Mostra-me aquilo que não podes dar,
porque menos que isso eu não aceito.
Leva-me às tuas noites, filho bastardo de insónias, quando encostas um pé no outro e abanas as pernas, num nervoso que teima em acordar-te e o teu corpo balança, menino sem medos que não adormece e sonha com o sono que chega em pesadelos.
Dá-me aquilo que não podes mostrar,
porque menos que isso eu não vou compreender
Ideias registadas em cadernos e que ainda não serviram para nada (LVII)
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O escritor divaga sobre a importância de encontrar um sentido para a vida.
Fala de forma apaixonada e convicta, completamente seguro do que diz. A
audiênci...
Há 12 horas

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