Pois, sabe Deus porquê, mal perdemos a fé nas relações humanas, a aleatória disposição de um aglomerado de celeiros e árvores, ou de uma meda de feno e uma carroça, vem oferecer-nos um tão perfeito símbolo do inatingível, que começamos de novo a nossa busca.
Virginia Woolf, Orlando
Ideias registadas em cadernos e que ainda não serviram para nada (LVII)
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O escritor divaga sobre a importância de encontrar um sentido para a vida.
Fala de forma apaixonada e convicta, completamente seguro do que diz. A
audiênci...
Há 13 horas

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